Este é um espaço para divulgação e troca de experiências sobre o uso das mídias e demais recursos tecnológicos na Educação.
quinta-feira, 29 de outubro de 2015
quarta-feira, 28 de outubro de 2015
Atividade 4.3 – Leitura, reflexão e discussão sobre mídia-educação.
Curso: Tecnologias na Educação: ensinando e aprendendo com as TIC.
Cursista: Celine Maria de Sousa Azevedo
Turma: TIC 2015
Atividade 4.3 – Leitura, reflexão e discussão sobre mídia-educação.
Em: A Escola e o mundo midiatizado, o autor Sílvio da Costa Pereira,
chama a atenção para o fato de que as tecnologias estão por toda a parte,
influenciando todos os aspectos da sociedade, transformando o cotidiano das
pessoas, que passam a se comportar de acordo com as demandas da Sociedade da
Informação. Entretanto, o autor evidencia que é preciso não só incorporar as
tecnologias às atividades do dia-a-dia, é preciso refletir a respeito de seus
usos e potencialidades de utilização.
Pereira destaca, ainda, que é necessário
refletir sobre a presença dos modernos meios de comunicação em nossas vidas,
para que deles possamos nos apropriar de forma crítica e criativa. Nesse
sentido, é preciso que não só a escola, mas a família e outros grupos sociais e
meios de comunicação, como espaços educativos e socializadores, tornem-se,
também, espaços de reflexão a respeito do papel político, cultural e econômico
das mídias. Torna-se necessário, portanto, entender as consequências do uso das
mídias nos espaços sociais, procurando entender o seu papel e de que forma
afetam a nossa vida, positiva ou negativamente.
Na escola, é preciso que os professores atentem para a utilização dos
recursos tecnológicos, como aliados, buscando utilizá-los adequadamente não
apenas como uma ferramenta qualquer, que facilita a condução didática da aula,
mas empregá-las como potencializadoras de novas aprendizagens tanto para o
aluno, quanto para o professor.
A análise cuidadosa da influência das TIC na sociedade atual, nos mostra
que a sua influência modificou as relações inter e intrapessoais, o que ocasionou
o aparecimento de novas formas de comunicação e relacionamentos baseados, quase
que na sua totalidade, em grupos virtuais, os quais podem ser acessados via
celular, computador, tablet, etc., tornando a “vida social” mais dinâmica no
que diz respeito à veiculação da informação, que torna-se mais rápida e atinge
um grande número de pessoas, de uma só vez.
Ao participar deste curso, tive a oportunidade de realizar atividades
utilizando os recursos disponíveis na escola, como o Datashow, o computador com
internet. O que pude perceber nas atividades desenvolvidas com os alunos, é que
os mesmos ficam mais interessados quando se usa um recurso diferente, em sala
de aula. Eles tem muito mais facilidades de interagir com as mídias, do que
nós, os professores, por isso, é viável deixá-los participar ativamente das
aulas, como parceiros, colaboradores.
Apesar de toda a influência das tecnologias, Pereira ressalta que muitos
professores ainda sentem-se inseguros em utilizar tais recursos, tendo em vista
que, muitos deles, ainda não receberam uma formação adequada para atuarem nesse
novo contexto.
Mas o que levar à sala de aula? Qual o melhor recurso? Bem, a esse
respeito, o autor pontua que não há mídia
que não possa ser usada na escola, portanto, cabe ao professor, adquirir os
conhecimentos necessários para adequar o uso deste ou daquele recurso, à
realidade da sua turma, ao seu contexto de sala de aula, aos seus objetivos de
aprendizagem, enfim, buscar aquilo que melhor se aplica àquilo que pretende
alcançar.
E então professor (a),
que mídia você vai utilizar?
REFERÊNCIAS
PEREIRA, Sílvio da Costa. Mídia-Educação no Contexto Escolar:
mapeamento crítico dos trabalhos realizados nas escolas de Ensino Fundamental
em Florianópolis. Disponível em: https://repositorio.ufsc.br/bitstream/handle/123456789/91584/250763.pdf?sequence=1.
Acesso em: 20/10/2015.
segunda-feira, 26 de outubro de 2015
ATIVIDADE 4.2 – Navegando por vídeos e outras mídias
CURSO
TECNOLOGIAS NA EDUCAÇÃO: ensinando e aprendendo com as TIC.
CURSISTA:
Celine Maria de Sousa Azevedo
ATIVIDADE
4.2 – Navegando por vídeos e outras mídias
A
nova interface do Portal do Professor, apresenta o link Multimídia e, dentro
dele, os Recursos Educacionais. Neste mesmo link, tem-se acesso a: Coleções de Recursos,
Sites Temáticos, Cadernos Didáticos, TV Escola ao Vivo e Videoteca TV Escola.
Ao começar a pesquisa para realizar esta atividade, primeiramente, busquei
vídeos no link de buscas, de forma generalizada, o que ocasionou o aparecimento
de inúmeros arquivos, em diversos formatos, tendo em vista que não utilizei
nenhuma categoria de classificação. Em seguida, ao clicar em “mais opções de
busca”, tive acesso às categorias e pude escolher o que melhor se aplicasse ao
que eu desejava encontrar. Assim, fiz minha busca escolhendo o “Nível de
Ensino, explicitando o “Tipo de Pesquisa”; o “Componente Curricular”, o “Tema”
e o “Idioma”, podendo, ainda, escolher entre sub-categorias, como a “Ordem de
classificação”.
De
posse das informações acima, busquei um vídeo de Língua Portuguesa: Expressão popular; análise de texto de
Fernando Pessoa – Nossa Língua Portuguesa e, também, baixei o áudio: o
Português popular brasileiro – Episódio I – Que música é essa? - Bloco I. O áudio reproduz um programa de
rádio, onde os concorrentes, dois universitários que cursam História, tentam
descobrir qual é música após ouvir uma versão da mesma, a qual tem de estar
relacionada ao tema do dia, no caso, música popular das décadas de 40 e 50. No
Bloco I, a música trabalhada Um samba no Bexiga, de Adoniram Barbosa.
Os dois recursos são muito bons para dinamizar
as aulas de Língua Portuguesa e Literatura, pois tornam as aulas mais dinâmicas
e envolventes, trabalhando não só questões relacionadas à Língua, mas também, a
História, tendo em vista que, ao abordar a Língua em determinado contexto,
torna-se necessário explorar um pouco sobre aquela realidade.
Ressalta-se,
ainda, que todos os recursos do Portal do Professor, são acompanhados do Plano
de Aula, com as especificações dadas pelos autores, tais como: Estrutura
Curricular, Objetivos, Duração, Autor e etc.
Nota-se,
portanto, que o Portal do Professor é um repositório de conteúdos educacionais,
que precisa ser melhor explorado pelos educadores. Os inúmeros recursos ali
disponíveis, se adequados à realidade de cada sala de aula e colocados em
prática, tornar-se-ão excelentes “ferramentas” de suporte ao/no/do processo de
ensino e aprendizagem. Os Recursos Educacionais, a TV Escola e outros recursos do
Portal, são uma rica fonte de pesquisa para todos os educadores e mostram que
cada vez mais, na Sociedade do Conhecimento, é preciso que esses profissionais
estejam mais envolvidos com as inovações tecnológicas, com os recursos
multimídia, enfim, que saibam inovar, motivar e interagir com os educandos, numa
constante troca de saberes, na aprendizagem colaborativa. Visite os recursos citados, nos links abaixo:
quarta-feira, 21 de outubro de 2015
Atividade 4.1: Conhecendo objetos em multimídia.
Curso: Tecnologias
na Educação: ensinando e aprendendo com as TIC – 2015.
Cursista: Celine
Azevedo
O vídeo COIEDA de Takagi Masakatsu,
é um misto de sons e imagens dinâmicos, construídos pela sincronização de
pontos, linhas, expressões, formas, cores e movimentos, que tornam as cenas e
contrastes atraentes e impactantes. Ao assistir ao vídeo, tem-se a impressão de
que a mente “voa”, os sentidos afloram e a nossa percepção fica mais acentuada,
talvez essa seja a intenção do autor, fazer com que o telespectador “viagem” ao
ver sua obra. O vídeo é muito interessante pois possibilita soltar a
imaginação com as formas geométricas e assim criar cores e expressões,
proporcionando sensações fantásticas.
O segundo
vídeo, Pop, do MysteryGuitarMan, mostra de forma criativa, como criar sons
usando objetos simples, como os balões, por exemplo. Pode-se imaginar, quantos
sons podem ser criados com os alunos, usando elementos presentes na sala de
aula, basta usar a criatividade e muita força de vontade.
Para
complementar os dois primeiros vídeos, o terceiro, Bloco d’Passo - Saltos no
tempo, evidencia mais ainda, que com criatividade, pode-se fazer coisas belíssimas,
usando objetos simples, ou o próprio corpo. Além disso, atividades como as
desenvolvidas no vídeo, contribuem para o aprendizado do aluno, ensinando a ter disciplina, dedicação, harmonia, respeito as diferenças
individuais e valorização profissional. Ensina, também, a importância do
trabalho coletivo e que o sucesso é o resultado de muitos ensaios e erros.
Muito interessantes os três vídeos e podem
servir como norte para quem pretende desenvolver atividades criativas, lúdicas,
que utilizam tecnologias acessíveis e de fácil uso, que estão disponíveis nas
escolas, a fim de estimular o aprendizado dos alunos, não só sobre os conteúdos
de uma ou outra disciplina, mas, sobretudo, sobre valores, como cooperação,
solidariedade, respeito, etc.
REFERÊNCIAS
MASAKATSU,
Takagi. COIEDA. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=0S0xlbYcis0.
Acesso em: 09/10/2015.
PENNA, Joe. MysteryGuitarMan. POP. Disonível em: https://www.youtube.com/watch?v=bx0riUDC17Q. Acesso em: 09/10/2015.
Saltos no tempo - Bloco d’O Passo. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=L3XlxbNxjqg. Acesso em: 09/10/2015.
Atividade 3.7 – Curso TIC - 2015
Atividade 3.7 – Diário de Bordo
A participação neste curo
tem sido uma experiência muito rica, pois nos coloca diante de situações do
cotidiano escolar que nos fazem refletir acerca da nossa postura como
educadores, frente aos avanços da Sociedade do Conhecimento. Na perspectiva de
repensar o perfil dos entes que formam a comunidade escolar, sobretudo, o papel
do professor e do aluno, observa-se que ensinar e aprender são ações que também
se modificam com a evolução da Sociedade, por isso, as discussões sobre
Currículo, Tecnologias e Projetos, são importantes para podermos pensar e agir
em prol de uma Educação que realmente faça sentido nos dias atuais.
Demo (2008), ressalta que “O
século XXI exige novas habilidades das pessoas e sociedades, em especial novas
alfabetizações, que desbordam de muito as tradicionais, tal como manejar devida
fluência tecnológica, em especial autoria. Aproveitando plataformas da web
podemos promover o exercício da autoria, desde que saibamos usá-las como
ferramentas de produção de texto. “
Nesse contexto, o Curso TIC possibilitou a todos, vivenciar teoria e prática do uso das tecnologias, aplicadas ao Currículo, como forma de incentivar e preparar os professores, para uma atuação mais eficaz dentro e fora das salas de aula. Usar os recursos tecnológico em sala de aula, requer muito planejamento, adequação de materiais, tempo de estudo, enfim, carece de muita atenção por parte do professor e, talvez por isso, muitas pessoas ainda sejam resistentes a usá-las. Para mim, as tecnologias são aliadas, não consigo mais desenvolver algumas atividades, sem seu uso. Trabalho com Tutoria Online, faço cursos em plataformas virtuais, como este, por exemplo, além disso, mantenho contato com várias pessoas, nas redes sociais.
Nesse contexto, o Curso TIC possibilitou a todos, vivenciar teoria e prática do uso das tecnologias, aplicadas ao Currículo, como forma de incentivar e preparar os professores, para uma atuação mais eficaz dentro e fora das salas de aula. Usar os recursos tecnológico em sala de aula, requer muito planejamento, adequação de materiais, tempo de estudo, enfim, carece de muita atenção por parte do professor e, talvez por isso, muitas pessoas ainda sejam resistentes a usá-las. Para mim, as tecnologias são aliadas, não consigo mais desenvolver algumas atividades, sem seu uso. Trabalho com Tutoria Online, faço cursos em plataformas virtuais, como este, por exemplo, além disso, mantenho contato com várias pessoas, nas redes sociais.
O conteúdo do curso é muito
bom, está bem organizado nas unidades, penso que as atividades é que precisam
ser melhor organizadas, há atividades bem parecidas que poderiam ser reduzidas
a uma só. Além disso há fóruns que requerem atividades grandes, como esboço de
projeto, por exemplo, nesses casos, penso que seria melhor que a atividade
fosse postada na ferramenta Portfólio. Quanto a atuação na tutora, não tenho
nada a reclamar, pois a mesma mostrou-se sempre muito solícita e incentivou a
turma, indagando, enviando lembretes, postando as atividades, etc.
Celine Azevedo
sábado, 10 de outubro de 2015
Atividade 3.6 – Conceito de Currículo
Curso: Tecnologias
na Educação: ensinando e aprendendo com as TIC – 2015.
Cursistas:
Albertina Linhares, Celine Azevedo, Deuzanira Montelo e Maria José Cordeiro
Atividade 3.6 – Conceito
de Currículo
![]() |
| Imagem obtida na Internet |
O
projeto aplicado com os alunos da 3ª série do C E Wady Fiquene – CAIC, foi
desenvolvido de acordo com os conteúdos especificados no currículo da escola, porém,
na perspectiva do protagonismo do educando, estimulando-o a buscar respostas
utilizando diversas ferramentas, desde o livro didático ao computador,
realizando pesquisas na Internet, digitando textos, criando apresentações de
slides etc. Nessa perspectiva, os alunos utilizaram os recursos de que a escola
dispões e que, na maioria das instituições escolares, ficam à margem, sem uso
ou sendo usados apenas, para serviços burocráticos.
Assim, sendo o currículo
um conjunto de experiências, vivências práticas das atividades desenvolvidas na
escola, o trabalho com projetos evidencia a interdisciplinaridade, a cooperação
e colaboração entre os participantes, numa construção coletiva de saberes,
fortalecendo assim, a função social da escola, pois como afirma BORSA, (2007, p.
02),
é na escola que se constrói parte da identidade de
ser e pertencer ao mundo; nela adquirem-se os modelos de aprendizagem, a
aquisição de princípios éticos e morais que permeiam a sociedade; na Escola
depositam-se expectativas, bem como as dúvidas, inseguranças e perspectivas em
relação ao futuro e às suas próprias potencialidades.
A sociedade atual exige das
escolas a formação do aluno participativo, reflexivo, crítico e criativo capaz
de operacionalizar as competências e as habilidades adquiridas durante o
processo de ensino-aprendizagem, no entanto, sobretudo, diante dos avanços
tecnológicos, por isso, a escola, precisa tornar-se, efetivamente, um lugar
onde todos, professores, alunos e comunidade, compartilhem saberes, dialoguem,
pesquisem, enfim, construam e reconstruam saberes. Como aponta José Gimeno Sacristán, da Universidade de Valência, na
Espanha (In: Revista Nova Escola, set. 2014. O currículo deixa de ser um plano proposto quando é interpretado e
adotado pelos professores. Por isso, conhecer a proposta é fundamental para que
você compreenda o que pode mudar na sua vida profissional e se posicionar.
Portanto,
é preciso que os professores conheçam os documentos que rezam sobre a questão
curricular, atentando para o fato de que nem os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN),
muito menos Diretrizes Nacionais Curriculares, podem ter eficácia dentro das
escolas, se os mesmos não forem entendidos pela comunidade escolar. Além disso,
é preciso ter em mente que os documentos citados, são apenas sugestões que
servem para nortear o Projeto Político Pedagógico – PPP das escolas, no qual
devem ser feitas as devidas adaptações curriculares. Para Louzano, apud Camilo
(2014), os PCN não
explicitam o que o professor tem de ensinar nem o que os alunos têm de
aprender. Já as diretrizes foram pensadas para um contexto em que o docente
tivesse uma formação que o capacitasse para adaptá-las à sua realidade, o que
não ocorreu.
Nesse
contexto, o Ministério da Educação (MEC), no intuito de criar uma base nacional
comum dos currículos, um descritivo de conteúdos e saberes necessários para
cada ano e segmento da Educação Básica, convocou pesquisadores, formadores
de professores e representantes de associações como a União Nacional dos
Dirigentes Municipais de Educação (Undime) e a Associação Nacional de
Pós-Graduação e Pesquisa em Educação (Anped). O próximo passo será a
apresentação de uma versão do documento aos secretários de Educação, que o
levarão aos professores da sua rede para que seja discutido.
Com
a base comum se cumprirá a meta 7 do Plano Nacional de Educação (PNE) -
fomentar a qualidade da Educação Básica, do fluxo escolar e da aprendizagem. A
lei determina que até junho de 2016 ela seja encaminhada ao Conselho Nacional
de Educação (CNE). Os professores, segundo o MEC, poderão opinar por meio de
uma plataforma digital, ainda não disponível. (Revista
Nova Escola, set/2014).
O
documento será apenas o primeiro nível de concretização do currículo, que se
completa após o trabalho das redes estaduais ou municipais e, posteriormente,
de cada escola, com o projeto político-pedagógico (PPP).
REFERÊNCIAS
CAMILO. Camila. Base nacional comum curricular: o que é isso? Disponível em: http://revistaescola.abril.com.br/politicas-publicas/base-nacional-comum-curricular-curriculo-ppp-mec-812097.shtml. Acesso em: 10/10/2015.
SILVA. T. T. Documentos
de identidade: uma introdução às teorias de currículo. Belo Horizonte:
Autêntica, 1999. In: ROCHA, Arlindo Nascimento CURRÍCULO ESCOLAR:
Uma visão histórica da evolução do conceito de Currículo Escolar. Disponível
em: http://www.webartigos.com/artigos/curriculo-escolar-uma-visao-historica-da-evolucao-do-conceito-de-curriculo-escolar/123546/#ixzz3nzyZQUcd.
Acesso em: 08/01/2015.
terça-feira, 29 de setembro de 2015
Atividade 3.5 - Desenvolvimento do Projeto
CURSO: Tecnologias na Educação: ensinando e aprendendo com as TIC - 2015
Atividade 3.5 – Desenvolvimento
de Projeto
Cursistas: Albertina Linhares,
Celine Azevedo, Deuzanira Montelo, Maria José Cordeiro
TEMA: Auto da Barca do Inferno (
Gil Vicente)
O
presente projeto está distribuído em 05 etapas, portanto nesse primeiro momento
foi feita a apresentação para a professora e alunos em sala de aula. Todos
gostaram da ideia e se dispuseram a contribuir no desenvolvimento do mesmo.
Como a turma é bem pequena, possui cerca de 20 alunos ficou bem fácil de fazer
a divisão das equipes, formando apenas três grupos.
As
tecnologias e mídias a serem utilizadas previstas no projeto são: computador,
internet, celular, câmera digital, livro digital, pesquisa no site de Portal de
Domínio de Público, livro didático, projetor multimídia, pen drive, caixa de
som e microfone.
Até
o momento as tecnologias usadas foram o celular para registro das fotos dos
alunos, professora e multiplicadores, internet para fazer a pesquisa sobre a
biografia de Gil Vicente no Portal de Domínio Público que já vem disponível na
própria interface do Sistema Operacional Linux Educacional 5.0 e baixar a obra
no computador para que os alunos em duplas façam a leitura.
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